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Agronegócio

Proteção Cambial para o Agronegócio

Soja, milho, café, carne, açúcar — sua receita é em dólar, mas seus custos são em real. O hedge cambial é a única forma de garantir a rentabilidade da sua safra independente do câmbio.

A Realidade do Produtor Rural Brasileiro

O Brasil é o maior exportador mundial de soja, café, açúcar e proteína animal. Bilhões de dólares em commodities são negociados todos os anos — mas a maioria dos produtores assume integralmente o risco cambial nessas operações.

Um produtor que vende soja a USD 14,50/bushel com câmbio a R$ 5,10 tem uma conta diferente do que aquele que liquida o contrato com câmbio a R$ 4,75. A diferença pode ser a rentabilidade de toda a safra.

Cooperativas e tradings de grande porte têm gestores de risco e tesourarias dedicadas ao hedge. Produtores e cooperativas menores, em geral, não. É aí que a Céu Investimentos entra.

Soja
Preço internacional em USD, custo interno em BRL
Milho
Exportação e paridade de importação em dólar
Café
Cotação BM&F e LIFFE em USD
Proteína Animal
Contratos de exportação em dólar ou euro

Como Trabalhamos com o Agronegócio

1

Diagnóstico

Mapeamos toda a exposição cambial: receitas esperadas, prazos de liquidação e perfil de risco.

2

Estratégia

Definimos o percentual a proteger, os instrumentos adequados e os preços-alvo de câmbio.

3

Implementação

Assessoramos a contratação dos instrumentos junto aos bancos e corretoras adequados.

4

Monitoramento

Acompanhamos as posições, reportamos marcação a mercado e recomendamos ajustes conforme o cenário.

Perguntas Frequentes

Por que o agronegócio precisa de proteção cambial?

A receita das principais commodities agrícolas brasileiras (soja, milho, algodão, café, açúcar, proteínas) é cotada em dólar no mercado internacional. Quando o real se valoriza, a receita em reais do produtor e exportador cai mesmo sem queda do preço da commodity. A proteção cambial trava a taxa de câmbio no nível necessário para garantir a rentabilidade da safra.

Qual é o momento certo para fazer o hedge no agronegócio?

O momento ideal é durante a fixação de preços da safra, que costuma acontecer entre 6 e 18 meses antes da colheita. Produtores e cooperativas que fixam preços via contratos de comercialização antecipada devem contratar o hedge simultaneamente para não ficarem expostos a variações cambiais durante o período.

Como funciona o hedge cambial para uma cooperativa?

Para cooperativas, o hedge é tipicamente estruturado em duas camadas: a proteção da receita de exportação própria e a assessoria aos cooperados na proteção das suas posições individuais. A Céu Investimentos desenvolve estratégias tanto para a cooperativa quanto para seus associados, criando uma política de hedge institucional consistente.

O hedge cambial vale a pena para pequenos produtores?

Para produtores com volume menor (abaixo de 1.000 sacas de soja equivalentes), os custos dos instrumentos de hedge tradicionais podem não ser justificados individualmente. Nesses casos, recomendamos a contratação via cooperativas ou fundos específicos. Para propriedades médias e grandes (acima de 5.000 sacas), o hedge é altamente recomendado.

Vocês atendem produtores do interior do Paraná?

Sim. Atendemos produtores e cooperativas de todo o Paraná — incluindo as regiões de Cascavel, Toledo, Guarapuava, Ponta Grossa, Campo Mourão e norte do estado. O atendimento é feito remotamente por videoconferência, sem necessidade de deslocamento até Curitiba.

Proteja a Rentabilidade da Sua Safra

Entre em contato e veja como uma estratégia de hedge cambial pode blindar sua operação.

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Curitiba (PR) · Atendimento remoto para todo o Paraná e Brasil